sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

so far away from myself

Sub-Reptício
O trem corre
(subitamente)
sobre os trilhos
(tal qual)
assim como
(eu? você? nosotros?)
percorro os desafios

as dúvidas
(dudas, duplas, duas?)
me perturbam, nublam
turvam, curvam
inundam minhas crenças
não sei quais
são mais intensas
paciência é uma virtude
mas sou rude (boy style)
sincero? depende.
meus defeitos transbordam e viram
chagas, falhas, navalhas
na babilônia em cinzas

assim emergem
(ou submergem),
vertem pensamentos
que
convergem
em momentos
nunca antes
(durante e depois)
vividos e/ou sentimentos (lívidos)
supostamente contidos
dentro de mim, (ou) contigo
repetidas vezes até...
enfim, o início
(do fim?)
a luz no fundo do precipício

om
pax gaia

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

a de hoje é:

Fumo
pq gosto
pq me mata
lenta+mente
lentamente
lento (sonolento)
nunca tive pressa
mas, toda/via, todavia
toda vida
É
morte
Sorte
(fortuna)
forte é a dor
(chama)
do amor
mas quem ama
(na cama?)
é sofredor (???)
(será?)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

aceito poemas, sugestões, xingamentos e críticas no email/msn: azul_dezoito@hotmail.com mas fala na cara q é melhor, n mande recadinho por terceiros aqui a chapa eh quente e o comando, bem, é o comando da vovó
poeminhas de outros autores consagrados
(nota da redação mal redigida: pedrao, chefinho, se n gostou, azar! ahahhaah)
इ I-
DON CACO DE LAS PONTES - (insígnia)
"nem toda verdade
é absoluta
contudo derradeira
e assim seguimos na trilha do milhão
perdendo as estribeiras,
pode até queimar corpo de ganhador da megasena
homem neandertal sai da caverna
expulso por feminina
alma serena
só prá atender aos estigmas,
colher as insígnias.
um jato de sangue em taça nobre de vinho
e um porto para Virgínia, a vadia."
II -
FRAGMENTO 5 para um TROMPETE desAfinado
(por XICO SÁ)
sim, pode tirar a calcinha, meu amor, eu disse, ela implorava, pois o costume e o combinado era não tirar quase nunca, o caminho era pelos cantinhos, os aceiros, os cantinhos da existência, explorá-los todos, cada beiradinha de vida, como numa floresta, as pocinhas d´agua e desejo e ainda o suor que caía como chuva guardada na copa das árvres dos seus cabelos, como aqueles pingos da chuva mesmo que ficam guardados nas folhas das folhas da relva, chove meu amor, derrama tudo dos guardados, das nuvens escuras dos nuestros obscurantismos, tira a calcinha como quem tira o juízo, como quem deixa o passado guardado com o chapeleiro de alice (nr. nao a revista, mas sim o desenho e o livro) e viaja no reino do vai-sem-volta do ácido possível
(pax gaia a tds e bom dia)
"quando ogum desceu p guerra oxalá deu carta branca..."

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

eh, dessa vez n foi

entonces, ontem foi dia de mangueio... financeiramente n rendeu, mas pelo menos ja tem gente sabendo da revista, ok, não é um zine, pq artista é o caray (não funciona) - qquer coisa o email da revista é = naofunciona@gmail.com

eu, como ainda quero a plaquinha a la emici donalds de "a-funcionario do mês", bem, to na correria, planejando viagens, viajando em poesias, surtando diariamente... brigando c a mamãe...
enfim
pelo menos as máscaras cairam, ja vi a real das verdadeiras naturezas das pessoas q me circundam... ninquem é mais q ninguém, absolutamente... ja dizia o mano brown há milianos...
mas a chapa derrete em passos de cometa!

vai zerinho, vai filhinho da mamae, explana mesmo, melhor a transparência do q a pretensa autosuficiência e sapiência dos "doutores da lei" (q podem ser os novos tim lopes da puc-rio)
mas artista eh o caray, ja disse
sou apenas um rapaz latindo e latinoamericano
mulek piranha da poesia, talvez?
caramujo sonolento do dark?
sei la
rotulos me lembram redes de supermercados
prefiro jogar fuzzball suomi (soccer)
ae posso ir na rótula, e pedir desculpa
sempre sem viadagem *mas o mundo é bi, gente...
caiam na real
mas n esqueçam do parachute
para quedas de cabelo
parábolas
para bolas de gude
achei um cristal!
mágico ?!?!?!?!
o espelho do narciso (ou seria kid romeu?)
meu olhar
minhas intuições, decisões, perversões, desilusões, paixões, inflexões
odeio flexões de braço e abdominais
mas to magrinho, ja perdi 8kg
maldita dita-dura, (re)editando os ditames da doentia estética
ocidental pós-neo-over moderna
=D
babaca p caray
uma coisa é certa
acabou o amor
a babi^lônia em chamas ta pior q o inferno
(from hell do céu)

"quando ogum desceu p guerra, oxalá deu carta branca..."



quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

em construção

é isso, é mto mais q isso, rap é compromisso, tru, ditado é comum... a babilonia queima e os falsos amigos vem a caminhar. mas n conseguirão me derrubar
pq eu envergo mas n quebro
secreto - secreção- sacro-saco-sacrificio-sagradoofíciodapoesia
liberdade de verdade abre as asas sobre_nozes!
agora sim: O POEMA DO DIA (quer dizer, do cotidiano)
ग्राल fora adeus gaal seja feliz
(ओऊ अदेउस प उम फाके नेफन्दुस)
se liga, presta atenção no jeito q tu falou comigo
n sou teu capacho, mas tb n quero briga contigo
pax gaia é só disso q eu preciso
e tu também
se ficar de vacilaçãó
pior p tu mermão
n sou o dono da porra da razão
mas tb mereco consideração
pq respeito é p quem tem
se n tem n vale um vintém

esquece esse rpg, isso n leva a nada
se quiser tirar meu nome da alice tira
evidencia a tua tirania
ou entao
se preferir
fala c os outros colaboradores
atores
pastores
operadores de áudio
enfim
bota naconta do papa
eu sugiro uma assembleia
coisa proletaria, quase plebéia
é contigo, o dono da bola é vc
mas deve ser chato p caralho jogar sozinho
queeeee vacilo
(lactobacilo microbio da poesia deprimente criado a leite de pera e ovomaltino)
pax gaia
om
(e fogo no XXX9LOPES, rip)